(in)delicadeza de amar.

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segunda-feira, 23 de maio de 2011

(…) Andei amando loucamente, como há muito tempo não acontecia. De repente a coisa começou a desacontecer. Bebi, chorei, ouvi Maria Bethânia, fumei demais, tive insônia e excesso de sono, falta de apetite e apetite em excesso, vaguei pelas madrugadas, escrevi poemas (juro). Agora está passando: um band-aid no coração, um sorriso nos lábios – e tudo bem. Ou: que se há de fazer.


Caio Fernando Abreu.

Quase passa todos os dias, mas nunca passa.. o que devo fazer Caio?  Ah, Caio..