(in)delicadeza de amar.

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terça-feira, 24 de maio de 2011

Isso nunca foi pra mim, nunca funcionou, é sempre eu que caio, de  amores, ilusões, dores e no final de tudo eu fico aqui, esperando esse  trem, pra me levar para a próxima estação, onde eu possa finalmente  criar uma nova ficção na minha cabeça, uma nova atração para os meus  olhos, uma nova paixão pro coração, e quem sabe, um final pra este  roteiro.
Caio Fernando Abreu


Invento historinhas para mim mesmo, o tempo todo, me conformo, me dou força. Mas a sensação de estar sozinho não me larga.
 Caio Fernando Abreu.