(in)delicadeza de amar.

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quarta-feira, 6 de julho de 2011

 Abraçada ao macio travesseiro, imaginava por que motivo o jovem não retribuía seu amor:
 — “Ele não se digna a lançar-me um olhar, um gesto, um nada. E eu... eu o amo tanto, tanto... Daria a minha vida para vê-lo feliz...”



Caio Fernando Abreu