(in)delicadeza de amar.

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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

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Ela não queria entrar noutra história, porque doía. Ela tinha assumido seu destino de mulher totalmente liberada porém profundamente incompreendida.  E aceitava a solidão inevitável. Ela estava absolutamente segura de sua escolha de mulher independente, que não necessita mais dessas bobagens de amor.

 Caio Fernando Abreu