(in)delicadeza de amar.

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sábado, 16 de junho de 2012



Quem não quer casar, desculpa aí, mas eu quero.
Quero poder acordar todos os dias ao lado do mesmo homem, ter filhos, cachorro, cerca branquinha e quintal com direito a um balanço feito de pneu.
Vida simples, cheirinho do café de manhã, correria para o trabalho, cuidar do corpo para entregá-lo ao meu homem a noite depois de contar historinha para as crianças dormirem (diga-se de passagem, crianças de sorte terão uma mãe com uma mente muito fantasiosa).
Pode ser utopia no mundo em que vivemos, mas e daí? Eu acredito em sonhos, são eles que guiam o meu dia, acredito em sinais e sigo fielmente a minha intuição.
Sou boba por pensar assim? Nem ligo, sou feliz!
Entrego-me mesmo quando conheço alguém, porque acredito sempre que possa ser a pessoa com quem vou passar o restante dos meus dias, porque quem não ACREDITA, permanece na inércia.
Apenas me protejo entregando nas mãos do Papai do Céu, assim sei que se o fim chegar e não for a pessoa, ao menos massagem no coração garantida eu tenho.
Se não der certo, paciência! Rimel nos olhos, gloss na boca e coração novamente no start.