(in)delicadeza de amar.

Páginas

sábado, 2 de julho de 2011




Ninguém sabe da minha vida, ninguém sabe dos meus sentimentos, dos meus sofrimentos, das minhas experiências. Ninguém sabe dos meus medos e seus porquês, ninguém sabe das minhas amarguras e de meus relacionamentos. Portanto, me declaro a única pessoa que pode me julgar.